Lisandra

    Eu me chamo Lisandra, nasci em São José dos Campos, moro em Campinas desde os 17 e tenho 39 anos. Sou formada em Ciências Biológicas, com Mestrado e Doutorado em Ciências Médicas pela UNICAMP.

 

    Nerd desde o nascimento, sempre fui um horror em qualquer tipo de esporte (sabe aquela que ninguém escolhe pro time de vôlei? É, eu era uma dessas...), mas sempre adorei ginástica e dança. Fiz jazz por 4 anos, durante a adolescência, e só retornei à dança já aos 30 anos, com dança árabe feminina. Desde então nunca parei. Atualmente faço parte de um grupo de dança étnica contemporânea, onde ritmos se mesclam de acordo com a expressão corporal e estilo de cada bailarina.

 

    O pole dance entrou em minha vida em março de 2009. Com a maior difusão dessa arte corporal como atividade física, fiquei interessada, pois sempre gostei de coisas diferentes, que fujam da tradicional malhação em academia. Numa busca pela internet fiquei sabendo que a Anna estava tentando organizar um workshop em Campinas com a Renata Wilke (de São Paulo). Entrei em contato com a Anna, fiz o workshop, me arrebentei a ponto de ficar sem poder dirigir pos dois dias, mas é claro que me apaixonei! Mantive contato com a Anna e fui uma das primeiras a virar aluna da Pole Dance Art! Desde então nunca mais larguei.

 

    Percebi mudanças no meu corpo num espaço de tempo relativamente curto. A maior de todas é que o famoso “músculo do tchauzinho”, considerado um dos piores pra tonificar, ficou muito mais firme, aliás toda a musculatura superior ficou muito melhor. Minha disposição também melhorou, tenho um sono mais tranquilo depois da prática e consequentemente acordo com mais energia.

 

    O pole dance só me trouxe alegrias. Sem dúvida está entre as coisas que mais amo nesse mundo. Ele me trouxe não só mais saúde e auto-estima, mas também amizades muito queridas e um novo lugar onde me sinto bem, que é a Pole Dance Art. Como qualquer objetivo na vida, o pole dance requer empenho e disciplina, mas com o diferencial de que é muito gostoso de se fazer. Acho que a maior dificuldade que enfrentei foi agüentar dor em alguns pontos sensíveis do corpo. Mas toda vez que a dor bate, eu lembro que já fiz 6 tatuagens, então tenho de onde extrair forças para agüentar!
Pra mim, o pole dance acima de tudo é diversão. Uma deliciosa diversão que serve como atividade física, dança e também equilíbrio mental, pois nele eu consigo depurar qualquer raiva ou irritação que esteja carregando. Gosto dele em todas as suas formas, seja ele mais fitness ou mais performático. Vai depender do estado de espírito e do “feeling” na hora da criação da coreografia.

 

    Uma das coisas que mais gosto em ser professora é poder chegar a uma aluna e dizer que ela conseguirá realizar um determinado movimento. Porque eu enxergo nos olhos delas muitas dúvidas que eu mesma tive, e é ótimo poder dizer que, sim, é possível aprender pole dance! Eu consegui, então elas conseguirão também.
Com foco, determinação e vontade, todo mundo alcança seu objetivo.

    Até ser professora de pole dance (quase) aos 40 anos.

Pole Dance Art

Fone: (19) 2121-4101

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